Recentemente, algumas garotas devem saber, a atriz e cantora Demi Lovato, passou por um grande problema.
No final do ano passado, Demi enfrentou uma crise de estresse, por conta de problemas acumulados. A jovem cantora tentava superar os traumas do bullying que sofreu na infância, lutava contra bulimia e a automutilação. O ponto final para ela decidir se tratar foi em outubro, quando deu um soco em uma dançarina durante uma viagem de sua turnê.
“Eu estava completamente fora da linha. Foi a pior atitude, totalmente ingrata. Quando você soca alguém em um avião, o suficiente é suficiente. Logo depois desse episódio, eu mandei uma mensagem pra minha mãe dizendo ‘eu sinto muito’”, contou.
Demi também disse que não estava pronta para expor seus problemas à mídia, quando apareceu em um evento e todo mundo percebeu que seu braço estava com cicatrizes de automutilação. “Poderiam ter dito algo melhor do que falar que eram marcas de pulseiras de plástico. Nem preciso dizer que meu assessor de imprensa não está mais na equipe...”, disse.
Por isso, no fim do ano passado, ela pediu ajuda e foi internada em uma clínica de reabilitação para tratar problemas como bulimia, anorexia, automutilação e depressão. Em uma entrevista dada ao apresentador Ryan Seacrest e postada no site do E!, Demi contou tudo pelo o que passou.
Veja aqui os principais pontos da entrevista:
Nós ficamos muito surpresos quando recebemos a notícia que você iria procurar tratamento. O que a levou a essa decisão?
Demi: Havia algumas coisas, fisicamente e emocionalmente, que eu estava fazendo comigo mesma, que eu percebi que não eram saudáveis. Eu provavelmente não continuaria viva se eu continuasse a tratar meu corpo como eu estava tratando. Depois de anos com distúrbios alimentares, depressão, e auto mutilação eu decidi procurar um médico e me tornar uma paciente.
Você estava vivendo uma vida dupla então? Por que, por fora, você era uma menina linda e saudável, mas que por dentro tinha muitos problemas.
Demi: Eu era como o dia e a noite. Em frete das câmeras eu conseguia ficar super ligada, afinal isso faz parte de ser atriz, e como música, você sobe ao palco e põe tudo para fora, indiferente do que você esteja enfrentando na vida. Então eu tive que colocar a minha vida pessoal na frente a minha carreira, o que é muito difícil para mim, pois a minha carreira é como eu me conheço e lidar com isso.
Você disse que isso começou há alguns anos, quando foi isso?
Demi: Bem comecei a lidar com a depressão quando eu tinha 7 anos. Eu tinha pensamentos suicidas, o que não é normal para uma criança.
E você descobriu o motivo?
Demi: Sim. Quando eu comecei o tratamento, fui diagnosticada com bipolaridade. E como eu não sabia e não fui medicada por tantos anos, acabou me levando aos problemas mais sérios como anorexia, bulimia e auto mutilação.
Quem sabia?
Demi: Havia algumas pessoas que trabalhavam comigo, minha família e algumas pessoas que notavam um comportamento estranho em mim quando eu me alimentava, pois eu sempre ia ao banheiro depois do jantar e as pessoas percebiam. Eu sempre dizia que não.
Você decidiu de deixar a TV, ir ao médico e falar sobre isso. Por que?
Demi: Eu estava jantando com uma outra atriz noite passada, Britany Snow, e ela é a co fundadora da organização "Love is Louder". Nós estávamos conversando sobre como somos sortudas por termos tido coragem de falar sobre os nossos problemas, pois há pessoas que não falam sobre isso e você não sabe quantas meninas estão sofrendo desses problemas e que não o enfrentam por causa que é tabu. As pessoas tem que tomar um lado, e pela visibilidade que eu tenho por causa da música, eu pensei: "Se eu puder ajudar alguém contando os meus problemas, eu farei isso 100% do meu tempo".
O que você aprendeu sobre você nesse processo?
Demi: É um problema diário e com certeza será um problema que eu terei que lidar para o resto da minha vida. Eu fico muito frustrada, às vezes, pensando; "Por que eu não podia ter nascido normal?". Mas é assim com vícios. Será uma batalha diária, eu nunca serei prefeita. Mas enquanto eu acordar e tomar meu café da manha pensando que continuarei tendo essa atitude e que eu vou vencer aquele dia, vou conseguir. Não importa quantos pensamentos negativos venham a minha cabeça. Às vezes eu como, uma colherada por vez, pensando: "eu posso fazer isso". Mas eu tenho muito suporte ao meu redor.
Você foi muito sincera com os seus fãs. Ficou surpresa com a reação deles de suporte a você?
Demi: Fiquei muito surpresa. Por que é muito difícil ter coragem de ir procurar tratamento. Nos holofotes ou não. E sempre há pessoas falando "não seja como fulano ou ciclano". Então eu fui procurar tratamento querendo que ninguém me comparasse. Mas tive que pensar que estava sofrendo muito e que eu precisava me colocar em primeiro lugar. Eu fiquei chocada com a quantidade de pessoas me apoiando e dizendo que eu realmente deveria procurar ajuda. Porque, o que eu esperava, era que as pessoas falasse: "Nossa, outra atriz na reabilitação".Eu tive muito suporte dos meus fãs, e isso realmente me ajudou a enfrentar esse problema.
Fale das suas tattoos... Elas são dessa sua fase também né?
Demi: Eu tenho um "Stay Strong" no meu pulso e um coração, que os meus fãs tatuaram por cada dia que eu fiquei na reabilitação, quando sai, quis fazer uma igual. Também fiz isso para cobrir algumas cicatrizes que eu tinha, assim eu não iria me lembrar da dor todos os dias. E me ajuda a me lembrar dos meus fãs.
Fale um pouco do seu novo single.
Demi: Quando eu ouvi skyscraper., achei incrível. Eu a gravei um ano antes de passar por tudo isso e enquanto cantava no estúdio, me derreti em lágrimas. Eu me lembro de pensar que era o choro de pedido de ajuda. Porque eu não tinha contado para ninguém dos problemas e que eu precisava de ajuda. Eu a gravei de novo , depois da reabilitação, porque a minha voz está bem mais forte agora que eu parei de vomitar depois de cada refeição. Para mim essa música é um símbolo de ser a canção que eu gravei depois do tratamento e que passa uma mensagem. Ela representa tudo o que eu quero falar sobre procurar ajuda para todas as minhas fãs podem estar lidando.
O clipe passa em um lugar claro, sem muita produção...
Demi: Eu não queria que fosse um vídeo sobre roupas, glamour e make. É lago para as pessoas perceberem que precisam de ajuda. Eu chorei o fazendo. Enfrentar o meu problema foi difícil, mas eu nunca iria esconder, porque as pessoas descobririam uma hora ou outra. Eu tenho fãs que me mandam mensagens dizendo que por minha causa parar de se cortar, ou pela sua jornada, eu decidi procurar ajuda.
Você parece feliz. É assim que você se sente?
Demi: Por hoje é. Hoje eu estou feliz e animada com a vida. Eu não sei o que vai acontecer amanha, mas se algo não acontecer eu sei que eu posso enfrentar.
Em entrevista à rádio americana Station Mix, a cantora falou sobre a nova fase de sua vida. "Eu não me sinto mais cansada ou destruída. Para ser sincera, está bem mais fácil trabalhar comigo depois de tudo. Deus me fez passar por esses problemas por um motivo.", comentou.
Todos podemos considerar Demi Lovato como um exemplo de superação e coragem para enfrentar esses problemas, e esperar que ela influencie e auxilie muitos jovens que passam por isso.
Crédito ao site da Revista Capricho.
Até a próxima postagem
xoxo
sábado, 23 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Depoimento anônimo
“Eu tenho consciência de que não deveria ter feito isso. Fazendo isso eu só decepcionei meus pais, meus amigos, a mim mesma.
Mandei esse depoimento pra vocês da 8ªsérie porque achei muito interresante a proposta e o modo como vocês falaram do problema na minha sala. Reconheço que fiquei um pouco desconfortável no começo, mas procurei agir com naturalidade pra que ninguém percebesse. Quando começaram a falar, minhas amigas viram que eu me encaixava no problema, elas olharam diretamente pra mim e eu fiquei super constrangida. Sério, eu já mudei, mas alguns anos atrás, mesmo sendo muito jovem, eu era anoréxica.
Como minha mãe trabalhava a tarde toda e meu pai também, ela deixava a comida pronta pra eu esquentar como qualquer pessoa faria, porém eu não comia essa comida e sim dava pro meu cachorro, pois me achava muito gorda. Agora não acho mais, pois realmente descobri o que é autoestima.
Minha mãe só percebeu o que eu fazia quando meu cachorro ficou doente, aí como eu amo muito ele tive que contar o que eu tinha dado pra ele comer, senão ele morria, o que eu realmente não queria que acontecesse. Depois do ocorrido minha mãe me levou no psiquiatra e nós tratamos da minha "doença" juntos. No começo eu não aceitava que estava doente e era aí que estava o problema,pois quando a gente não sabe como é grave aquilo que estamos omitindo, não entregamos nem ao menos sentimos culpa.
Na verdade, eu sentia culpa era se comesse, porque muitas vezes pensei em tirar aquilo do meu estômago quando minha mãe não estava ao meu lado, mas aos poucos eu consegui parar e hoje graças a Deus eu posso dizer que estou curada e cheia de saúde.Ganhei uns quilinhos a mais o que eu acho muito normal hoje em dia, pois além do mais estou em fase de crescimento né?
Eu diria pra quem tem o mesmo problema que eu tinha, que contem pros seus pais e procurem um profissional nessa área, pois sozinha eu não teria conseguido e talvez nem pudesse estar escrevendo esse depoimento hoje." E um fato muito interessante é que ela termina dizendo: "...Estou muito feliz pelo meu avanço e ficarei mais feliz ainda se eu conseguir ajudar alguém que tenha o mesmo problema. Obrigado por ter aberto portas pra eu me expressar. Beijo. Espero ter ajudado".
Anônimo.
Mandei esse depoimento pra vocês da 8ªsérie porque achei muito interresante a proposta e o modo como vocês falaram do problema na minha sala. Reconheço que fiquei um pouco desconfortável no começo, mas procurei agir com naturalidade pra que ninguém percebesse. Quando começaram a falar, minhas amigas viram que eu me encaixava no problema, elas olharam diretamente pra mim e eu fiquei super constrangida. Sério, eu já mudei, mas alguns anos atrás, mesmo sendo muito jovem, eu era anoréxica.
Como minha mãe trabalhava a tarde toda e meu pai também, ela deixava a comida pronta pra eu esquentar como qualquer pessoa faria, porém eu não comia essa comida e sim dava pro meu cachorro, pois me achava muito gorda. Agora não acho mais, pois realmente descobri o que é autoestima.
Minha mãe só percebeu o que eu fazia quando meu cachorro ficou doente, aí como eu amo muito ele tive que contar o que eu tinha dado pra ele comer, senão ele morria, o que eu realmente não queria que acontecesse. Depois do ocorrido minha mãe me levou no psiquiatra e nós tratamos da minha "doença" juntos. No começo eu não aceitava que estava doente e era aí que estava o problema,pois quando a gente não sabe como é grave aquilo que estamos omitindo, não entregamos nem ao menos sentimos culpa.
Na verdade, eu sentia culpa era se comesse, porque muitas vezes pensei em tirar aquilo do meu estômago quando minha mãe não estava ao meu lado, mas aos poucos eu consegui parar e hoje graças a Deus eu posso dizer que estou curada e cheia de saúde.Ganhei uns quilinhos a mais o que eu acho muito normal hoje em dia, pois além do mais estou em fase de crescimento né?
Eu diria pra quem tem o mesmo problema que eu tinha, que contem pros seus pais e procurem um profissional nessa área, pois sozinha eu não teria conseguido e talvez nem pudesse estar escrevendo esse depoimento hoje." E um fato muito interessante é que ela termina dizendo: "...Estou muito feliz pelo meu avanço e ficarei mais feliz ainda se eu conseguir ajudar alguém que tenha o mesmo problema. Obrigado por ter aberto portas pra eu me expressar. Beijo. Espero ter ajudado".
Anônimo.
Achei o depoimento muito chocante e realmente não esperava que alguém mandasse a "contribuição" para o nosso projeto. Fiquei muito feliz ao ver o público participando e vou ficar mais feliz ainda se continuarem, e então espero que tenham gostado e aprendido com a experiência dela.
Acho que vou ficando por aqui, vamos postando ao longo do projeto, espero que a nossa apresentação tenha contribuído para que vocês tenham consciência do que é a bulimia e a anorexia e suas consequências e espero também que o depoimento da nossa amiga tenha ajudado a perceber o quão grave é o problema e que, se você tiver, procure sempre seus pais e/ou um profissional. Essas doenças são sérias então é melhor tomar cuidado.
Bom, então é isso, beijos e até o próximo post.
Anny
quarta-feira, 13 de julho de 2011
A Autoestima
Oi gente, tudo bem?
Hoje estou aqui para esclarecer mais algumas coisas sobre o Projeto.
Pra começar: Você sabe o que é autoestima?
Autoestima é o que você pensa sobre você, se você gosta de si mesmo.
Ter uma boa autoestima é fundamental quando se fala em prevenir distúrbios, como a anorexia e a bulimia, além do cutting (automutilação) e também evita que você seja afetado pelo bullying e influenciado pela mídia, pois já que gosta de si mesmo e se aceita, por que mudaria?
Agora você pode estar se perguntando: Como eu faço para aumentar a minha autoestima?
Bom, é muito fácil! Comece por ações simples do nosso dia-a-dia, como pentear os cabelos, tomar banho(!) escovar os dentes(!²), passar um perfume (não exagere heim?), colocar uma roupa que te valorize... enfim: se arrume! Assim você passa a receber elogios e estes, aumentam (e muito) a sua autoestima.
Aqui no blog você verá também algumas informações sobre distúrbios alimentares e bullying, e mais dicas sobre a autoestima. É só ficar de olho, viu?
Ah! E se você quiser contar algum caso, de alguém que não está, ou não esteve de bem com o próprio corpo, podem mandar depoimentos para o e-mail da Isabella (isabellamir@hotmail.com). Tudo o que for mandado será postado como anônimo!!
Até a próxima postagem
xoxo
Hoje estou aqui para esclarecer mais algumas coisas sobre o Projeto.
Pra começar: Você sabe o que é autoestima?
Autoestima é o que você pensa sobre você, se você gosta de si mesmo.
Ter uma boa autoestima é fundamental quando se fala em prevenir distúrbios, como a anorexia e a bulimia, além do cutting (automutilação) e também evita que você seja afetado pelo bullying e influenciado pela mídia, pois já que gosta de si mesmo e se aceita, por que mudaria?
Agora você pode estar se perguntando: Como eu faço para aumentar a minha autoestima?
Bom, é muito fácil! Comece por ações simples do nosso dia-a-dia, como pentear os cabelos, tomar banho(!) escovar os dentes(!²), passar um perfume (não exagere heim?), colocar uma roupa que te valorize... enfim: se arrume! Assim você passa a receber elogios e estes, aumentam (e muito) a sua autoestima.
Aqui no blog você verá também algumas informações sobre distúrbios alimentares e bullying, e mais dicas sobre a autoestima. É só ficar de olho, viu?
Ah! E se você quiser contar algum caso, de alguém que não está, ou não esteve de bem com o próprio corpo, podem mandar depoimentos para o e-mail da Isabella (isabellamir@hotmail.com). Tudo o que for mandado será postado como anônimo!!
Até a próxima postagem
xoxo
domingo, 10 de julho de 2011
Projeto EU ME S2
Pra quem estiver lendo agora, seja bem-vindo!
Este blog foi criado como um dos recursos que vamos utilizar durante o desenvolvimento do nosso projeto social, que foi pedido como trabalho de escola.
Daí vocês vão perguntar: o que é esse projeto?
Bem, nosso projeto, que foi escolhido depois de algumas tentativas fracassadas, fala sobre a influência da mídia. Não só nos comerciais, mas como esta também afeta a autoestima de cada um.
Pra quem quiser saber mais, é só ficar ligado no blog, e não perder nenhuma postagem!
Este blog foi criado como um dos recursos que vamos utilizar durante o desenvolvimento do nosso projeto social, que foi pedido como trabalho de escola.
Daí vocês vão perguntar: o que é esse projeto?
Bem, nosso projeto, que foi escolhido depois de algumas tentativas fracassadas, fala sobre a influência da mídia. Não só nos comerciais, mas como esta também afeta a autoestima de cada um.
Pra quem quiser saber mais, é só ficar ligado no blog, e não perder nenhuma postagem!
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